Podem ser anotações casuais de um passante, porque quando começamos nossa jornada, não distinguimos bem a paisagem. Ela sempre nos surpreende. Desconhecemos aonde nos pode levar o caminho. Não o escolhemos... Perambular é o próprio caminho. Uma narrativa do destino que desenhamos inconscientemente. O que pretendo? Tecer algumas considerações fora da mesmice, e pinçar alguns textos curiosos que despertem a paixão...
sábado, 12 de setembro de 2015
A MÚSICA DE MATEUS ALELUIA
Mateus Aleluia
Confira aqui a bela música Amor Cinza, composição do próprio Mateus, que divide os vocais com a filha Fabiana Aleluia. Você vai notar que o timbre da voz de Fabiana lembra muito Marisa Monte. Dica do meu amigo Felipe Daviña, diretor de fotografia argentino que morou até pouco atrás na região de Cachoeira e São Félix. Vale a pena conferir.

12 de setembro de 2015
O COLAGISTA BARRY KITE
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--> O colagista norte-americano Barry Kite criou uma série de “surubas” artísticas, fazendo colagens de e com personagens de quadros clássicos, obtendo como resultado contextos inusitados e interessantes. Van Gogh com uma arma na mão e Mona Lisa de refém, por exemplo, é realmente algo novo para mim. Vale a pena conferir.
12 de setembro de 2015
Barry Kite
QUANTOS CARGOS COMISSIONADOS DILMA VAI CORTAR NA PRÓPRIA CARNE?
4.795, ou 40% dos 18.000 funcionários que servem à Presidência da República, são cargos comissionados. Tem funcionário espalhado por todos os lugares.
Por exemplo: para atender o escritório de Porto Alegre, onde Dilma nunca despacha, pois só vai até lá visitar o neto, a filha e o ex-marido, há 143 funcionários.
Em São Paulo, naquele escritório onde mandava a Rose do Lula, há 239 cargos. E no Rio de Janeiro, Dilma dispõe de 261 cargos, funções e gratificações. Só fora de Brasília são 643 apaniguados.
Os números acima referem-se apenas à Presidência. O governo federal como um todo fechou 2014 com um saldo de 22.926 cargos comissionados.
Os dados são do Boletim Estatístico de Pessoal e Informações Organizacionais, elaborado pelo Ministério do Planejamento.
12 de setembro de 2015
in coroneLeaks
PROSPERIDADE, RELIGIOSIDADE E APEGO AOS BENS
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O leitor certamente já ouviu dizer que “os países protestantes, nos quais a religião estimula a riqueza, são mais prósperos do que os católicos, onde se exalta o mérito da pobreza”. Duas falácias numa única tese.
Não é verdadeiro que os países católicos sejam mais pobres do que os protestantes, nem que o catolicismo induza à penúria. Se contemplarmos as principais economias mundiais, veremos que os católicos são majoritários, por exemplo, na Itália, França, Canadá, Bélgica, Áustria e Holanda. Veremos, também, que os católicos compõem cerca de 35% da população de países como os EUA e a Alemanha, onde os protestantes formam a maioria.
Veremos, ainda, que na franja asiática – onde há prósperos e miseráveis -, quase não existem católicos ou protestantes e que é absoluto o predomínio muçulmano entre os povos árabes, opulentos ou famintos. Indago, por fim, como se mantém a tese, velha e enganosa, perante contradições tão evidentes, às quais se soma a notória pobreza de países como a Namíbia, a Jamaica e a Nova Guiné, que são protestantes?
Não existe, portanto, simetria entre religiosidade e renda per capita. Mas isso não afeta o irretocável ensinamento – mais moral do que religioso – de que o apego aos bens, com sentido egoísta e isento de responsabilidade, é um equívoco a ser evitado pelas pessoas justas de qualquer crença religiosa.
12 de setembro de 2015
Percival Puggina
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