Podem ser anotações casuais de um passante, porque quando começamos nossa jornada, não distinguimos bem a paisagem. Ela sempre nos surpreende. Desconhecemos aonde nos pode levar o caminho. Não o escolhemos... Perambular é o próprio caminho. Uma narrativa do destino que desenhamos inconscientemente. O que pretendo? Tecer algumas considerações fora da mesmice, e pinçar alguns textos curiosos que despertem a paixão...
segunda-feira, 1 de julho de 2019
ROBÔS ESTÃO ENTRE NÓS. COMO VIVER NUM MUNDO SEM EMPREGOS?
O futurista Martin Ford alerta há anos para a chegada inevitável da “singularidade” -- e discute como a sociedade pode se adaptar ao levante dos robôs
O autor e futurista Martin Ford: "A inteligência artificial possui aplicações muito amplas, comparável às transformações que vivenciamos com a eletricidade" (Awakening/Getty Images)
Os robôs dotados de inteligência artificial já são vistos como colegas de trabalho dos humanos e seres parcialmente conscientes. Logo, porém, poderão reproduzir uma situação digna do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço: aprenderão sem nenhuma interação humana prévia e substituirão nossas posições nas empresas, adquirindo uma consciência própria.
O futurista Martin Ford alerta há anos para a chegada inevitável da “singularidade” — quando os computadores serão mais espertos do que nós. Escritor dos livros Os robôs e o futuro do emprego (2019) e Arquitetos da Inteligência (ainda não lançado no Brasil), Ford alerta que qualquer um que desempenhe tarefas rotineiras e previsíveis, do chão de fábrica aos escritórios, estará suscetível à automação robótica.
Essa é também uma das teses do SoftBank, o maior fundo de investimentos em startups do mundo.
01 de julho de 2019
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O autor e futurista Martin Ford: "A inteligência artificial possui aplicações muito amplas, comparável às transformações que vivenciamos com a eletricidade" (Awakening/Getty Images)
Os robôs dotados de inteligência artificial já são vistos como colegas de trabalho dos humanos e seres parcialmente conscientes. Logo, porém, poderão reproduzir uma situação digna do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço: aprenderão sem nenhuma interação humana prévia e substituirão nossas posições nas empresas, adquirindo uma consciência própria.
O futurista Martin Ford alerta há anos para a chegada inevitável da “singularidade” — quando os computadores serão mais espertos do que nós. Escritor dos livros Os robôs e o futuro do emprego (2019) e Arquitetos da Inteligência (ainda não lançado no Brasil), Ford alerta que qualquer um que desempenhe tarefas rotineiras e previsíveis, do chão de fábrica aos escritórios, estará suscetível à automação robótica.
Essa é também uma das teses do SoftBank, o maior fundo de investimentos em startups do mundo.
01 de julho de 2019
Mariana Fonseca
Revista exame
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