sábado, 26 de novembro de 2016

INTUIÇÃO

O PODER DE SOLTAR - PARTE VI

O PODER DE SOLTAR - PARTE V

O PODER DE SOLTAR - PARTE IV

O PODER DE SOLTAR - PARTE III

O PODER DE SOLTAR - PARTE II

O PODER DE SOLTAR - PARTE I

O Poder de soltar - Parte I - Hélio Couto - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=xX7huzBA32w
3 dias atrás - Vídeo enviado por Helio Couto
Isso já foi dito na palestra passada e já postei sobre isso. Quem está fazendo isso está prejudicando o ...

16 de novembro de 2016
postado por m.americo

MARYLYN MONROE

MIX - O PADRE E OS ARGENTINOS

26 de novembro de 2016
postado por m.americo

FIDEL CASTRO MORREU. A ESPERANÇA NASCEU.


Não lamentarei a morte do tirano sanguinário, que após derrubar do poder o ditador Fulgêncio Batista, traiu sua promessa ao povo cubano, perpetuando-se no poder como o cruel ditador comuno-fascista, que por mais de cinquenta anos controlou o poder em Cuba com mão de ferro.
Lamentar a sua morte, ou compadecer-se dela, seria ofender aos cristãos, as pessoas honestas e dignas, desmerecer o direito à liberdade que deve ser inerente a todos os seres humanos, tornar-se cúmplice do crime e da desumanidade cometidos.
Já há inúmeros livros que narram a trajetória assassina de Fidel. Há várias biografias que contam sua vida com abundância de detalhes e informações. 
Transformado em herói, favorecido pelo contexto histórico latino-americano, tornou-se uma lenda para os que vivem fora do alcance de suas milícias e espiões. 
Louvado como o grande libertador de Cuba, com uma imagem forjada pela sempre equivocada esquerda caviar, iludiu grande parte da juventude universitária que integrou a nefasta e criminosa 'guerrilha' que tentou implantar no Brasil o regime castrista nos idos de 60, como se trouxesse o paraíso democrático cubano.
Ao lado do psicopata Che, que assassinou centenas de milhares de pessoas, de dissidentes políticos a homossexuais, implantou o sórdido regime ditatorial, sufocando a liberdade, os direitos humanos, a possibilidade de qualquer divergência.
Todas as ditaduras primam pela propaganda enganosa, através de programas muito bem elaborados, vendendo a ilusão da igualdade com abundância para todos.
Os jovens 'revolucionários' usavam, como símbolo de independência e rebeldia, (aquela rebeldia sem causa)  a camiseta com a imagem de Che impressa (e era moda! Algumas até de griffe!), e sentiam-se participantes da 'causa revolucionária cubana'. E os que acreditaram de fato e se deixaram levar pela ideologia marxista-leninista, organizaram-se em células, em partidos clandestinos, armaram-se e foram morrer por causas tão antigas quanto inúteis.
E tudo em nome de sonhos que não lhes pertenciam...
Hoje o dia amanheceu mais leve. A aurora foi mais bela. E os dias vindouros prometem ser mais justos e felizes com a derrocada dos Castros e do comunismo.
Mais um momento que se esvai na história do homem...
m.americo

MORRE EM CUBA, AOS 90 ANOS, O FACÍNORA E TOTALITARISTA FIDEL CASTRO



O histórico líder cubano Fidel Alejandro Castro Ruz, ou simplesmente Fidel, morreu aos 90 anos, informou neste sábado (26) seu irmão, o presidente Raúl Castro, em discurso transmitido pela televisão estatal.

“Com profunda dor é que compareço para informar ao nosso povo, aos amigos da nossa América e do mundo que hoje, 25 de novembro de 2016, às 22h29, faleceu o comandante em chefe da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz”, disse Raúl Castro, visivelmente emocionado.

O presidente cubano acrescentou que o corpo do líder histórico será cremado nas primeiras horas deste sábado, segundo sua “vontade expressa”, e que nas próximas horas divulgará ao povo a “informação detalhada sobre a organização da homenagem póstuma a Fidel”.

Como cabeça da Revolução Cubana, Fidel Castro foi uma das personalidades mais carismáticas e controversas do século 20 e era a última grande figura do comunismo ocidental.

Totalitarista, truculento e sanguinário, Fidel valeu-se da violência para neutralizar as ações dos adversários, transformando Cuba em uma ilha-prisão, na qual a população acostumou-se ao regime comunista, como se nada mais existisse ao redor do planeta. Os que não aceitaram o regime insano de Fidel arriscaram-se em perigosas travessias marítimas até o estado norte-americano da Florida.


O último revolucionário”, como era chamado pelos seus admiradores, liderou Cuba durante 49 anos, até passar o poder ao irmão mais novo, Raúl. Mesmo afastado, continuou exercendo influência e marcando a identidade coletiva do país.

Fidel foi, ao lado de Ernesto “Che” Guevara, o principal líder da Revolução Cubana, que em janeiro de 1959 encerrou o regime de Fulgêncio Batista, ditador aliado dos Estados Unidos.

Em 1961, declarou Cuba um Estado comunista, e os EUA cortaram relações diplomáticas com Havana, situação que se prolongou até 2015. Apenas em março de 2016, Barack Obama tornou-se o primeiro presidente norte-americano no cargo a visitar a Cuba em 88 anos. Já o embargo econômico dos EUA a Cuba, iniciado em 1961, dura até hoje.

Fidel decidiu afastar-se do poder devido a problemas de saúde em 31 de julho de 2006, quando delegou a liderança do regime cubano ao irmão Raúl, cinco anos mais novo, de forma provisória. Em fevereiro de 2008, a transferência de poder foi oficializada.

As últimas imagens de Fidel são de 15 de novembro de 2016, quando recebeu em sua residência o presidente do Vietnã, Tran Dai Quang. 
A última vez em que foi visto em um ato público foi no dia 13 de agosto, por ocasião da comemoração de seu 90º aniversário, em evento no Teatro Karl Marx, em Havana.

Naquela ocasião, Fidel apresentou um semblante frágil, vestido com um moletom branco e acompanhado pelo seu irmão Raúl e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Desde o seu aniversário, recebeu também em sua residência outros líderes, como o presidente do Irã, Hassan Rohani; de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa; e os primeiros-ministros do Japão, Shinzo Abe; da China, Li Keqiang, e Argélia, Abdelmalek Sellal. (Com agências internacionais)


26 de novembro de 2016
ucho.info

FIDEL CASTRO: UM DELINQUENTE QUE VIROU HERÓI POR PERSEGUIR E MATAR ADVERSÁRIOS E SOCIALIZAR A MISÉRIA


“Toda unanimidade é burra”
, assim disse o polêmico dramaturgo Nelson Rodrigues. Em suma, é impossível agradar gregos e troianos, algo que no totalitarismo inexiste de forma covarde e violenta. 
Mesmo assim, quando alguém comemora a morte de uma pessoa, há algo errado na história de um ou de outro. Talvez nas histórias de ambos.

Fidel Castro Ruz, o comandante da Revolução Cubana, que derrubou o também ditador Fulgencio Batista, despediu-se da vida na madrugada deste sábado (horário de Brasília) e sua morte foi anunciada pelo irmão e presidente do país, o igualmente totalitarista Raúl Castro.

A lavagem cerebral a que foi submetida a extensa maioria da população cubana, em especial a porção mais idosa da sociedade local, faz com que o futuro seja incerto em termos políticos na ilha caribenha, que durante quase cindo décadas viveu no isolamento. 
Sempre financiada pela extinta União Soviética, que fazia da nação comandada pelo facinoroso Castro uma ameaça constante aos Estados Unidos, Cuba é o símbolo do atraso e da violação à liberdade. 
A partir de agora, Cuba é uma porção de terra rodeada pela incerteza, já que os comunistas que estão no poder dificilmente manterão a unanimidade à sombra da burrice.

Como todo comunista que se preza, Fidel foi um homem de frases feitas, muitas delas polêmicas e mentirosas. 
Mandou ao “paredón” mais de quatro mil adversários políticos, aos quais impôs a truculência de um regime utópico e criminoso. 
Fora isso, milhares de cubanos que tentaram fugir do regime castrista acabaram morrendo no pedaço de mar que separa Cuba do estado norte-americano da Florida, onde neste sábado (26) as comemorações foram intensas desde as primeiras horas.

Apesar disso, em 1979, antes de rumar para Nova York, onde participaria da Assembleia Geral da ONU, Fidel Castro foi questionado por um jornalista sobre o boato de que “sempre estava protegido pela roupa”. O tirano não demorou a destilar arrogância e bazófia: “Tenho um colete moral que é forte. Este tem me protegido sempre”.

Para quem eliminou aqueles que divergiram de sua ideologia sanguinária, Fidel foi um delinquente moral e intelectual festejado ao redor do planeta, como se tivesse a solução derradeira para os problemas da humanidade. Morreu como um ideólogo détraqué.

Petulante até o último suspiro, Fidel jamais se arrependeu das barbáries que cometeu ao lado dos seus “camaradas”, como Ernesto “Che” Guevara, Camilo Cienfuegos e outros bandidos mais.

“Cometi erros, mas nenhum estratégico, simplesmente tático. Não tenho nem um átomo de arrependimento pelo que fizemos em nosso país”, declarou o ditador ao jornalista espanhol Ignacio Ramonet, conforme relata o livro “Cem Horas com Fidel” (2006).

Tendo confinado o povo cubano, a quem concedia o direito de escolher entre a ditadura comunista e a perseguição seguida de morte, Fidel Castro viveu como um nababo, repetindo a receita de outros ditadores, mesmo que publicamente se apresentasse com seu enfadonho uniforme, como se sua revolução fosse um tremendo sucesso.

Não obstante, seguindo a cartilha comunista, conseguiu a proeza uníssona de socializar a miséria. Essa receita é velha e largamente conhecida no universo esquerdista, onde líderes prometem o céu à maioria, mas diante da incapacidade de entregar o prometido acabam por nivelar todos por baixo. Afinal, o ideário comunista começa com a cantilena de fazer tudo comum a todos.

Fidel manteve-se no poder durante décadas a reboque de um discurso contra o capitalismo, principalmente contra os Estados Unidos, a quem sempre acusou de querer arruinar os cubanos. 
Se por um lado “El Comandante” foi um embusteiro profissional e bem sucedido – pelo menos em termos de retórica –, por outro foi um péssimo mestre, para a sorte da humanidade. Até porque, seus discípulos são pífios, como mostram os tiranetes espalhados pela América Latina.

O regime castrista só aceitou retomar as relações com os EUA, acenando na direção de Washington o lenço do desespero, por questões estratégicas: dar sobrevida ao país e não sepultar a ideologia comunista, que hoje conta com algumas reles pílulas depositadas aqui e acolá.

Completando a frase de Nelson Rodrigues, “quem pensa com a unanimidade não precisa pensar”. Como penso, sinto-me confortável ao existir na condição de ponto fora da curva. Mas há outra frase que me traduz: “Penso, logo existo”. 
Por pensar, e muito, não consigo desejar o mal a outrem, até mesmo ao pior dos inimigos, a quem sempre terei uma mão estendida.

Contudo, de igual modo, não posso desejar a Fidel que descanse em paz. Afinal, com o currículo manchado de sangue, o ditador cubano há de experimentar por muito tempo as altas temperaturas dos domínios luciferianos.


26 de novembro de 2016
Ucho Haddad é jornalista político e investigativo, analista e comentarista político, cronista esportivo, escritor e poeta.