terça-feira, 9 de novembro de 2021

15 FILMES QUE SERIAM BANIDOS SE FOSSEM FEITOS NOS DIAS DE HOJE




Algumas vezes, os produtores e diretores de cinema precisam fazer filmes que vão contra à lei ou são muito problemáticos por ofender determinadas minorias. Se no passado esses problemas poderiam ter sido tolerados pela lei ou pela audiência, nos dias atuais as coisas não se resolvem da mesma forma.

Abaixo, listamos uma série de filmes que, se fossem filmados hoje, gerariam muita dor de cabeça para suas distribuidoras:



Holocausto canibal

HOLOCAUSTO CANIBAL | Um dos filmes mais polêmicos já feitos. Houve maus-tratos e mortes de animais durante a produção que geram revolta até hoje.



a fortaleza infernal

A FORTALEZA INFERNAL | Os problemas começaram depois de alegações de que a Paramount não teria pago pelos efeitos visuais do filme. Depois, a trilha sonora foi acusada de roubar o arranjo de outros artistas.




DUDLEYTOWN CURSE | Feito de forma independente como um filme found footage, o longa sofreu problemas legais por filmar em locais privados sem autorização.



Eldorado

ELDORADO | O filme teve problemas em seu lançamento devido à descoberta de que seu diretor havia falsificado declarações fiscais durante a produção.



Escape from tomorrow

ESCAPE FROM TOMORROW | O filme de terror foi todo filmado na Disney World, sem permissão da própria Disney. Além disso, o diretor usou referências ao Mickey no pôster do longa.



Hulk

FILME DO HULK PELA MARVEL | Depois de O Incrível Hulk de 2008, a Marvel nunca produziu um filme do Hulk. O motivo? Ela não pode, pois os direitos de um filme solo do personagem pertencem à Universal.



Isto não é um filme

ISTO NÃO É UM FILME | Jafar Panahi, diretor do filme, produziu esse documentário durante sua prisão domiciliar na República Islâmica. O problema é que ele estava impedido de fazer filmes, segundo a lei local.



O ultimo tango em paris

O ÚLTIMO TANGO EM PARIS | O grande problema desse filme foi um cena real em que Marlon Brandon estuprou a jovem Maria Schneider – e com o consentimento do diretor da obra.



Operação Avalanche

OPERAÇÃO AVALANCHE | O grande problema desse filme foi a filmagem em locais de propriedade da NASA, porém, sem a permissão da organização espacial.



Pretty Baby – a menina bonita

PRETTY BABY: A MENINA BONITA | O filme fala sobre uma prostituta de 12 anos e mostra Brooke Shields ainda novinha em cenas nuas.



Senhor dos Anéis

OUTROS FILMES DE SENHOR DOS ANÉIS | Há muito tempo os fãs esperam uma filme do Silmarillion, uma continuação de O Senhor dos Anéis. O problema é que os detentores dos direitos do livro não permitem isso.



sexta-feira 13

SEXTA-FEIRA 13 | Um novo filme do Jason vem sofrendo problemas legais devido a uma disputa pelos direitos do filme entre o roteirista Victor Miller e Sean Cunningham, que atualmente possui os direitos da obra.



Snatch

SNATCH: PORCOS E DIAMANTES | Há cenas de briga entre cachorros o que causou uma briga com organizações defensoras dos direitos dos animais.



star trek axanar

STAR TREK: AXANAR | A Paramount processo os produtores desse filme feitos por fãs, pois eles arrecadaram dinheiro em uma campanha pela internet para a concepção do longa.



Uma Lagartixa num Corpo de Mulher

UMA LAGARTIXA NUM CORPO DE MULHER | O problema desse filme foi uma cena de crueldade com cachorros. Acontece que se descobriu que a cena era falsa, apesar do realismo.

09 de novembro de 2021
in quora

QUAL FILME ANTIGO SERIA CANCELADO HOJE DIA?

Com certeza o filme Pretty Baby - Menina Bonita (1978)

E seria cancelado com razão!

O filme fala sobre uma prostituta de 12 anos e mostra Brooke Shields ainda novinha em cenas nuas.

09 de novembro de 2021
in quora

EXISTIAM PALAVRÕES EM LATIM?

Inúmeros, e alguns deles são usados até hoje!

Os romanos tinham uma tendência a xingar nomeando as diversas partes do corpo e seus usos, tanto convencionais como incomuns (refiro-me aos usos, não às partes, rsrs). Grafitos romanos em muros de Pompeia e Herculano estão cheios de piadinhas obscenas e os historiadores acreditam que a antiga Roma não apenas era fétida e imunda, mas também coberta de obscenidades de todo tipo.

Um dos maiores temas da profanidade romana era o deus Priapo, que governava a fertilidade dos animais (e também, segundo as más línguas, das pessoas de temperamento animalesco).



Acredito ser desnecessário explicar de que maneira Priapo entrava no assunto… Mas esse no caso era Mercúrio, cujo instrumento, além de desconfortavelmente grande para ser útil, ainda era prejudicado pela fama do deus dos mensageiros… Que tinha até asas nos pés para ser mais rápido… Digamos que os romanos (e as romanas) frequentemente diziam que certos homens eram devotos de Mercúrio sem querer dizer que eram carteiros…

O verdadeiro Priapo é esse aqui:



Um famoso epigrama de Juvenal lhe atribuía o dito segundo o qual "para mim nenhuma mulher é larga". Na figura, Priapo pesa seu amigo contra uma libra de farinha contida em um saco de pano… Isso quer dizer que Priapo ostentava uma ferramenta de aproximadamente 454 g (peso da libra romana, se não me falha a memória), o que certamente dará um sentido estranho ao xingamento "meio-quilo" que você já deve ter visto alguém usar (se vive no Brasil, não em Roma).

Entre os palavrões latinos, os que mais me agradam são aqueles que se mantiveram em uso com mais ou menos o mesmo significado através dos milênios.

Comecemos pelo antigo hábito de produzir vento, a que os romanos chamavam de pedo. O lugar por onde tal vento vem ao mundo era por eles chamado de culus, uma palavra que em muitas línguas latinas se enobreceu (notadamente em francês, onde expressões como cul-de-sac não são obscenas), mas que nós, lusófonos, fielmente guardamos em seu sentido original… O risco envolvido em pedare é acidentalmente cacare. Aí sim você terá de dizer fecit merda!

Se você sabe falar (e xingar) em espanhol, imaginará que parte da mulher se chama cunnus, mas eu não consigo entender qual a conexão de mentula com a hortelã, afinal, como diz o vulgo, "é de uva", não de menta. Talvez a etimologia da palavra esteja relacionada a mens, "mente", o que, se verdadeiro, sugere que os romanos, tal como nós, também achavam que, às vezes, o homem tem uma segunda cabeça, dotada de uma vontade própria… Ainda se você sabe falar (e xingar) na língua de Borges (mas também na do Chapolin), imaginará que verpa é um sinônimo porque com um "g" no lugar do "p" esta palavra ainda enfeita os cadernos dos alunos de quinta série por toda a Hispano-América…

A outra função mais corriqueira da mentula era meiere. Para muitos infelizes, é a única…

Um palavrão bastante erudito (apesar de hoje ser mais usado pelo povo) é coleos, que é o antepassado exatamente disso em que você está pensado. Lembre-se de que a terminação longa em "o" frequentemente se transforma em ditongo nasal na transição para o português…

Entre os mal-entendidos, o mais comum se refere ao verbo fodere, que não significa o que você está pensando. Adeamus ad montem fodere seminae porris é apenas um convite para ir à montanha plantar sementes de alho porro (ajuda-me Aender dos Santos, se disse besteiras). Mas havia realmente um verbo muito parecido: futuere, que nada tem a ver com o futuro, a não ser que você creia que no futuro seremos todos prejudicados… A questão aqui é que futuere me parece um termo muito agressivo, pois é cognato de "confundir" e também de "infundir". Da próxima vez que você se confundir, tome cuidado para ser com uma pessoa interessante…

Alguns palavrões chegaram inteiros à modernidade, como fellatio, que, embora esquecido em português (a palavra, não o costume), encontrou uma nova fama graças aos puritanos ingleses:

Inacreditavelmente, a língua latina tinha um verbo lambere, que era utilizado nesse contexto, o que só torna tudo mais… esperado.

Entre os hábitos romanos que não foram abandonados, masturbare certamente se encontra: masturbabantur Phrygii post ostia servi, Hectoreo quotiens sederat uxor equo.

Entre as ocupações humanas, reputa-se proverbialmente que a de meretrix seja a mais antiga de todas. Consequentmente, haverá filhos destas… Em quem não devemos mais confiar, melhor confiar nelas próprias…

Se os lobos (lupii) vivem em alcateias, as lobas (lupae) vivem nos lupanares, à espera dos que apenas proverbialmente "vivem lá". E se você acha novidade os anúncios de "escort girls", ou imagina que essa é uma instituição inglesa, datam da velha Roma os primeiros registros de moças que se dispunham a pousar no ombro de ricaços (e ocasionalmente em outras partes) como papagaios nos ombros de piratas. Essas mulheres eram chamadas de scorteus, um termo bastante agressivo, porque se refere a um pedaço de carne cortada no açougue… Nem sempre os romanos eram poéticos… Afinal, estamos falando de profanidade, não de dodecassílabos com cesura.

O mais famoso dos xingamentos latinos, porém, não é atestado em latim. Acredita-se que puta seria uma metáfora envolvendo os verbos putrere (apodrecer) e uma palavra infantil para "menina" (putta). Ou seja, se essa teoria está correta, as adoráveis mães de tanta gente que todos conhecemos seriam apenas "meninas apodrecidas"…

Finalmente há uma categoria de palavras que são latinas e que hoje usamos como palavrões, mas que não eram palavrões na antiga Roma ou que eram termos médicos ou religiosos até. Entre essas os casos mais famosos são vulva ("capa"), penis ("cauda") e anus. Pensando bem, esse significava isso mesmo. Só não confunda com annus, e agora você entendeu porque foi má ideia suprimir as lettras dobradas da antiga orthographia. Agora você não sabe se os Annais são Anais ou Anuais…

Pouca gente sabe, porque pouca gente o conhece, mas clitoris é uma palavra grega (e muito bela) que significava apenas "chave".


09 de novembro de 2021

in  quora


segunda-feira, 8 de novembro de 2021

EMBARALHA E DÁ DE NOVO (NELSON FREITAS)

 

COMO ERA O PORTUGUÊS FALADO NO BRASIL?

 

COMO FOI SOBREVIVER NA PRISÁO DA SÍRIA

 

ENTREVISTANDO UM ASSASSINO DE ALUGUEL

 

POR QUE A ÍNDIA É UM PAÍS COM TANTA DESIGUALDADE

 

O POLÈMICO OSHO, O GURU DO SEXO

 

MILENARISMO (NÃO CONFUNDIR COM 'MILENIALISMO

Nota: Milenialismo.

(OBS: Trago este tema, a propósito de uma leitura do livro de Humberto Eco, VIAGEM NA IRREALIDADE COTIDIANA, em que aborda diversos acontecimentos "milenaristas", como os casos de Charles Manson, Jim Jones, Thomas Munzer e outros, na crônica OS SUICIDAS DO TEMPLO, um dos capítulos do livro.)



Esta página cita fontes, mas estas não cobrem todo o conteúdo. Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Janeiro de 2015)

Escatologia cristã
Diferenças escatológicas



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Portal do cristianismo

Milenarismo ou milenarianismo (do latim mīllēnārius "contendo mil"), é a crença de um grupo ou movimento religioso, social ou político em uma transformação fundamental da sociedade, após a qual "todas as coisas serão mudadas".[1] 
O milenarismo existe em várias culturas e religiões em todo o mundo, com várias interpretações do que constitui uma transformação.[2]

Os movimentos milenaristas podem ser seculares (não defendendo uma religião em particular) ou religiosos por natureza.[3]

Índice
1Terminologia
2Origens
3Doutrina polêmica
4Milenarismo no Brasil
5Ver também
6Referências
7Bibliografia
8Ligações externas
Terminologia

Os termos "milenarismo" e "milenialismo" às vezes são usados ​​indistintamente, mas esse uso é incorreto. Como Stephen Jay Gould observa:

Millennium vem do latim mille, "um mil" e annus, "ano"—daí os dois n's [em inglês]. Millenarian vem do latim millenarius, "contendo mil (de qualquer coisa)", portanto, nenhum annus e apenas um "n" [em inglês].[4]

A aplicação de um calendário apocalíptico para a mudança do mundo aconteceu em muitas culturas e religiões e continua até hoje, e não é relegado às seitas das principais religiões do mundo. 
Cada vez mais no estudo dos novos movimentos religiosos apocalípticos, o milenarismo (de "milenário") é usado para se referir a uma chegada mais cataclísmica e destrutiva de um período utópico em comparação com o milenialismo (de "milênio"), que é frequentemente usado para denotar uma chegada mais pacífica e está mais intimamente associado a uma utopia de mil anos.[5]

O milenialismo é um tipo específico de milenarismo cristão, e às vezes é referido como "quiliasmo" do uso do Novo Testamento do grego chilia (mil).[6] 
Faz parte da forma mais ampla de expectativa apocalíptica. Uma doutrina central em algumas variações da escatologia cristã é a expectativa de que a Segunda Vinda está muito próxima e que haverá o estabelecimento de um Reino de Deus na Terra. 
De acordo com uma interpretação das profecias do Livro do Apocalipse, este Reino de Deus na Terra durará mil anos (um milênio) ou mais.[7]

Origens

É antiga a visão religiosa segundo a qual o tempo caminha linearmente e chega a um final. Os antigos egípcios, os mesopotâmicos, os indo-arianos e outros povos compartilhavam essa perspectiva fatalista da temporalidade.

Entre 1 500 a.C. e 1 200 a.C., Zoroastro, na Pérsia, propôs um novo paradigma: o final dos tempos traria um novo mundo, de paz e felicidade. 
Os povos semitas também tinham essa visão (que inspirou seus diversos "apocalipses"), sobretudo os grupos essênios.

Entre os primeiros cristãos, o milenarismo difundiu-se pela Ásia Menor e no Egito a partir do século III. 
Com base nas palavras do livro do Apocalipse de João de Patmos (Apocalipse 20:3-4), os seus adeptos acreditavam que, após o tempo de Satanás, o reino do Messias duraria mil anos na Terra. 

Tal crença, originada no messianismo judaico, supunha que, após esse período, o demónio retornaria para ser morto para sempre, quando se instauraria definitivamente o reino celeste. Ressalte-se que, naquele momento, para essas pessoas, as perseguições dos imperadores pagãos pareciam confirmar a vinda messiânica, posterior aos sofrimentos vividos.

O movimento encontrou adeptos em figuras como Justino, Irineu e Lactâncio, importantes escritores cristãos. 
O milenarismo tornou-se uma seita separada. 
Ao se confirmar essa institucionalização, sob o governo do imperador Constantino, o movimento perdeu importância, pois a vinda do Messias tornou-se uma realidade indefinida e distante.

A crença no novo Advento do Cristo e o Juízo Final são dogmas para as igrejas cristãs.
Doutrina polêmica

A ideia de um milênio sob o reinado do Cristo na Terra, tornou-se parte importante da teologia cristã, em seus três primeiros séculos. E já no século II surgiram seitas cristãs (como a dos montanistas) pregando o breve retorno do Cristo. Mas logo instalou-se a polêmica acerca da época e da natureza desse reinado. 
Agostinho de Hipona refutava os que esperavam um rápido advento do milênio, argumentando que Cristo havia dito que ninguém podia conhecer esse dia e essa hora, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas apenas o Pai.

Mas havia quem rejeitasse o milenarismo, como Eusébio de Cesareia e, aparentemente, foi sua opinião que influenciou a forma com que a igreja passou a tratar os milenaristas com crescente reserva. 
Ainda assim, em que pese sua condenação extra-oficial, o milenarismo manteve-se vivo e presente nas crenças cristãs, como o atestam o movimento encabeçado por Dolcino de Novara, no século XVI, e o livro "A vinda do Messias em glória e majestade", escrito pelo jesuíta chileno, Manuel Lacunza, em 1790.

Em 1595, "As profecias de São Malaquias", supostamente datadas do século XII, fixaram a data do fim do mundo através de uma lista de papas. De acordo com essas profecias, após o papa BentoXVI, haveria apenas mais um ou dois pontífices, antes do final dos tempos.

Durante o século XX, algumas igreja evangélicas fundamentalistas e as Testemunhas de Jeová retomaram as teses milenaristas, pregando o iminente retorno do Cristo.
Milenarismo no Brasil

Dentre os diversos movimentos milenaristas, no Brasil, destacou-se a Guerra do Contestado no Sul, os casos de serra do Rodeador (1817-1820) e Pedra Bonita (1836-1838) em Pernambuco, e de Catulé (1955) em Minas Gerais.

Ver também

Referências

↑ Baumgartner, Frederic J. (1999). Longing for the End: A History of Millennialism in Western Civilization. Nova Iorque: Palgrave. pp. 1-6

↑ Gould, Stephen Jay (1997). Questioning the millennium: a rationalist's guide to a precisely arbitrary countdown. Nova Iorque: Harmony Books. p. 112 (nota)

↑ Marshall, Gordon (1994). "millenarianism". The Concise Oxford Dictionary of Sociology (1994). p. 333.

↑ Gould, Stephen Jay (4 de janeiro de 2012). Questioning the Millennium: A Rationalist's Guide to a Precisely Arbitrary Countdown (em inglês). [S.l.]: Crown

↑ Mayer, Jean-François (June 2016). Lewis, James R; Tøllefsen, Inga, eds. «Millennialism: New Religious Movements and the Quest for a New Age». The Oxford Handbook of New Religious Movements. II. doi:10.1093/oxfordhb/9780190466176.013.30 Verifique data em: |data= (ajuda)

↑ Cruz, Eduardo R. (2001). «Ciência e mil anos de felicidade». In: Brito, Ênio José da Costa; Tenório, Waldecy. Milenarismos e messianismos ontem e hoje. [S.l.]: Edições Loyola

↑ Kark, Ruth (1983). "Millenarism and agricultural settlement in the Holy Land in the nineteenth century". Journal of Historical Geography 9 (1). pp. 47-62

Bibliografia

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Mühling, Markus. Grundwissen Eschatologie. Systematische Theologie aus der Perspektive der Hoffnung. Göttingen: Vandenhoeck & Ruprecht, 2007.

Cohn, Norman. The Pursuit of the Millennium: Revolutionary Millenarians and Mystical Anarchists of the Middle Ages. New York, Oxford University Press, [1957]. ISBN 0-19-500456-6

Barkun, Michael. Disaster and the Millennium (Yale University Press, 1974) (ISBN 0-300-01725-1)

Case, Shirley J. The Millennial Hope, The University of Chicago Press, 1918.

Cohn, Norman. The Pursuit of the Millennium: Revolutionary Millenarians and Mystical Anarchists of the Middle Ages, (2nd ed. Yale U.P., 1970).

Desroches, Henri, Dieux d'hommes. Dictionnaire des messianismes et millénarismes de l'ère chrétienne, The Hague: Mouton, 1969,

Ellwood, Robert. "Nazism as a Millennialist Movement", in Catherine Wessinger (ed.), Millennialism, Persecution, and Violence: Historical Cases (Syracuse University Press, 2000). (ISBN 0-8156-2809-9 or ISBN 0-8156-0599-4)

Fenn, Richard K. The End of Time: Religion, Ritual, and the Forging of the Soul(Pilgrim Press, 1997). (ISBN 0-8298-1206-7 or ISBN 0-281-04994-7)

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Kaplan, Jeffrey. Radical Religion in America: Millenarian Movements from the Far Right to the Children of Noah (Syracuse University Press, 1997). (ISBN 0-8156-2687-8 or ISBN 0-8156-0396-7)

Landes, Richard. Heaven on Earth: The Varieties of the Millennial Experience, (Oxford University Press 2011)
Pentecost, J. Dwight. Things to Come: A study in Biblical Eschatology(Zondervan, 1958) ISBN 0-310-30890-9 and ISBN 978-0-310-30890-4.

Redles, David. Hitler's Millennial Reich: Apocalyptic Belief and the Search for Salvation (New York University Press, 2005). (ISBN 978-0-8147-7621-6 or ISBN 978-0-8147-7524-0)

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Wessinger, Catherine. ed. The Oxford Handbook of Millennialism (Oxford University Press, 2011) 768 pp. ISBN 978-0-19-530105-2 online review

Wistrich, Robert. Hitler’s Apocalypse: Jews and the Nazi Legacy (St. Martin’s Press, 1985). (ISBN 0-312-38819-5)

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08 de novembro de 2021
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08 de novembro de 2021