Napoleão declarava em cartas o seu
amor pela esposa. O problema é que Josefina não retribuía as correspondências e
ainda o traia. Ao tomar conhecimento do chifre, Napoleão decidiu dar o troco:
começou a se relacionar com uma mulher que se disfarçava de homem para
lutar.Confira a carta que Napoleão
escrevia, enquanto Josefina o traía…
“Já não te amo: ao contrário,
detesto-te. És uma desgraçada, verdadeiramente perversa, verdadeiramente tola,
uma verdadeira Cinderela. Nunca me escreves; não amas o teu marido; sabes quanto
prazer tuas cartas dão a ele e ainda assim não podes sequer escrever-lhe meia
dúzia de linhas, rabiscadas apressadamente. Que fazes o dia todo, Madame? Que
negócio é assim tão importante que te rouba o tempo para escrever ao teu
devotado amante? Que afeição abala e põe de lado o amor, o terno e constante
amor que lhe prometeste? Quem será esse maravilhoso novo amante que te ocupa
todos os momentos, tiraniza seus dias e te impede de dedicar qualquer atenção ao
teu esposo? Cuidado, Josefina: alguma bela noite as portas se abrirão e eu
surgirei. Na verdade, meu amor, estou preocupado por não receber notícias tuas;
escreve-me neste instante quatro páginas plenas daquelas palavras agradáveis que
me enchem o coração de emoção e alegria. Espero poder em breve segurar-te em
meus braços e cobrir-te com um milhão de beijos, candentes como o sol do
Equador. Bonaparte”
11 de março de 2013
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