domingo, 15 de junho de 2014

PROFESSOR DENUNCIA A ANARQUIA E A DOUTRINAÇÃO COMUNISTA DO PT NA REDE ESCOLAR DA PREFEITURA DE SÃO PAULO


 
O texto que segue após este prólogo é um artigo de um professor de História da rede escolar da Prefeitura de São Paulo, publicado no site do Instituto Liberal.
Recomendo que leiam e espalhem nas redes sociais ou enviem por email para seus amigos e familiares. 
 
E, como já estamos, apesar do interregno da Copa do Mundo, numa campanha eleitoral, o teor deste artigo deveria ser olhado com atenção pelo Senador Aécio Neve, o postulante da Oposição mas bem avaliado nas pesquisas. Aliás, a educação ao lado da saúde e da segurança pública, estão entre os áreas que os psicopatas do PT escolheram para produzir um clima de anarquia. Claro, como em qualquer revolução comunista são esses setores que são escolhidos a dedo pelos comunistas para fragilizar as instituições democráticas e o tecido social. A educação é usada como ferramenta para doutrinação ideológica; o sistema de saúde precário faz aumentar a doença e a permanente ameaça da morte, enquanto a segurança pública é desmantelada de forma a manter numa espécie de ‘cárcere privado’,  todos os cidadãos de bem que se fecham em suas casas sob o assédio do banditismo impune. 
 
Logrado o objetivo, ou seja, a consumação dessa fase da revolução comunista, a obediência e a sujeição dos recalcitrantes é feita por meio da permanente ameaça da fome. É quando começa a escassez dos alimentos, como já ocorre na Venezuela, onde o castro-comunismo já está quase concluindo a dita “revolução bolivariana”, eufemismo muito usado para designar simplesmente uma ditadura comunista!.
 
A educação é uma das ferramentas utilizadas pelos comunistas para obter o consenso das crianças, adolescentes e jovens aos desígnios da revolução comunista, de forma que num futuro breve praticamente desaparecerá qualquer atitude crítica face à crueldade do regime e de todas as iniquidades dele decorrentes. Os que protestam são sumariamente executados ou apodrecem nos calabouços do regime, como já está acontecendo na Vezuela, onde o principal líder oposicionista e centenas de estudantes apodrecem nos calabouços da polícia política de Nicolás Maduro.
 
Por isso é importante a leitura do artigo desse professor. Encareço aos pais das crianças, adolescentes e jovens que leiam o artigo com atenção e compartilhem à farta pelas redes sociais e denunciem os abusos que verificam nas escolas e universidades nas quais estuam seus filhos. 
 
E atenção! As eleições de outubro deste ano de 2014 se colocam objetivamente como um  marco divisório na história do Brasil. Há duas opções: o comunismo ou a democracia e a liberdade. Lula, Dilma e seus sequazes do PT representam a tirania, a opressão e o fim da liberdade de expressão! Nesta eleição o único candidato que não é comunista e que reúne possibilidades evidentes de ser vitorioso é Aécio Neves. Não há outro candidato. Pensem nisso! É o futuro da democracia e da paz que estão em jogo no Brasil. E isto não é brincadeira!
 
A seguir o artigo do professor paulista.
Leiam:

Este desenho do cartunista venezuelano Roberto Weil resume tudo. Como podem ver, na Venezuela ocorre a mesma coisa. A única diferença é que lá nem todos os cartunistas são comunistas, enquanto no Brasil a maioria além de ser completamente idiota é militante do PT. Salvo as raras exceções como o incansável Sponholz.
Sou professor concursado. Funcionário público. Tenho estabilidade e só posso ser exonerado se aprontar algo cataclísmico. Recebo rigorosamente em dia, sou crivado de benefícios trabalhistas, posso faltar quando quiser sem ser incomodado e não tenho de apresentar resultados. Ao final da carreira gloriosa, terei direito a aposentadoria integral.
Sobrevivi à dominação comuno-petista e à coação explícita das esquerdas terroristas na universidade.
 
Formei-me em história, o maior reduto “intelequitual” da corja. Não tive uma mísera aula sobre História Medieval ou uma definição político-social do Império Romano. Era apenas doutrinação marxista. Qualquer postura liberal era rechaçada de imediato pela maioria estridente.
 
De posse do canudo, passei num concurso, para, literalmente, buscar “endireitar” um pouco o ensino de História, atualmente agonizando nas mãos dos guevaristas.
 
Leciono para 6° e 7° anos do Ensino Fundamental numa escola na periferia paulistana, reduto que se considera acarinhado pelo PT por receber o assistencialismo comprador de votos do partido. Tenho quórum constante. Meus alunos não faltam nem sob chuva de enxofre com medo de perder o benefício do leite ou o bolsa-família.
A presença maciça é um ponto positivo, mas seria melhor se ao menos trouxessem o material escolar (que receberam integralmente da prefeitura). Anos de permissividade e tolerância à indisciplina os tornaram imunes aos poucos mecanismos de controle que tenho. Damos o material, mas não podemos exigir que o levem.
Damos o uniforme, mas não podemos impedir que entrem se estiverem sem ele, e em tempos de funk ostentação, o desfile fashion se torna inevitável. O Estatuto da Criança e do Adolescente os garante. Não há fator que posso impedir o Acesso e Permanência.
 
E isso os alunos aprenderam. Podem não ter aprendido a decompor frações, a enumerar a herança filosófica grega e a conjugar o futuro do pretérito, mas aprenderam que, perante a lei, são inimputáveis.
 
Alunos me xingam e me afrontam porque represento a autoridade que eles aprenderam nas manifestações recentes a repudiar, vendo a polícia apanhar nos protestos e ainda ser considerada a culpada por isso.Fui recentemente ameaçado de ir parar “na vala” por ter erguido minha voz com um aluno. Não sou “melhor do que ele” para querer impor minha vontade. Palmas para Paulo Freire!
 
Não há livros didáticos para os trinta e cinco alunos de cada sala. Por ser material compartilhado, há nas páginas pichações toscamente grafadas, com xingamentos e palavras de baixo calão, com crassos erros de ortografia.
Sou orientado a usar o livro deteriorado, mesmo sendo uma tranqueira escrita por prosélitos de Fidel. Outros materiais de apoio não podem passar disso, textos de apoio, comprados com meu dinheiro.
A escola não tem condições de tirar cópias a meu bel-prazer. A verba da escola tem outros importantes destinos. Não está sujeita aos meus caprichos pedagógicos e ideológicos.
 
Há um laboratório de informática excelente. Não posso reclamar. O professor responsável é formado em geografia. Não tem preparo. Fez dois cursos na Diretoria Regional de Educação, ministrados por alguém que deve saber menos que ele e não consegue orientar-nos a como usar o ambiente. Os alunos usam o laboratório como lan-house. A burocracia para usar o equipamento para, por exemplo, fazer uma pesquisa em sala sobre os benefícios da Revolução Industrial é desalentadora. Querem que os alunos fiquem com a opinião do livro. Foi a Revolução do Capitalismo Perverso e Assassino.
 
Na sala dos professores a situação é ainda mais inominável. Num quadro de avisos um aviso de greve “eminente”. Sei que a categoria presta histórica reverência ao “grevismo”, não obstante, o erro ortográfico, em tal ambiente, deveria ser imperdoável. Não conhecem a diferença entre “iminente” e “eminente”, nem o contrassenso crasso que é um funcionário público concursado, prestador de um serviço essencial, entrar em greve para questionar o salário que aceitara ao ler o edital, prestar o concurso e tomar posse do cargo.
Recebemos “formação” diária.
 
Oito horas-aula por semana a mais no holerite. É o momento em que os educadores se reúnem e atualizam-se. Mostram as fotos da viagem de fim de semana que postaram no “face”, fazem pedidos nas revistas “Avon” e “Natura” que proliferam-se no meio mais do que qualquer livro de pedagogia. Entre uma ação pitoresca e outra, motivos de greve são aventados, afinal, ninguém é de ferro.
 
O representante do sindicato aparece mais vezes na escola que o supervisor da Regional. Também cumpre seu “papel” de forma mais efetiva. Há sempre a possibilidade de um novo levante irromper se um abono, benefício ou exigência da “categoria” não for acatado.
 
O Conselho de Escola, como propagam orgulhosamente, é soberano. Toma as decisões que ditam o rumo das verbas. Definiu a compra de um telão para a Sala de Leitura. Agora, graças ao Conselho, os alunos entram na sala, onde há oito mil livros, para assistir comédias de gosto discutível e animações da Disney. A professora de Sala de Leitura sorri e não esconde que a situação melhorou muito. Agora ninguém tira os livros do lugar e lhe dá trabalho extra.
Os oito mil livros, adquiridos às expensas dos contribuintes, estão protegidos da ação dos desavisados que poderiam cometer a temeridade de querer lê-los. Estão agora onde querem que estejam: adornando prateleiras.
 
Em flagrante desrespeito aos alunos frequentes, se um desaparece por seis, sete ou mesmo oito meses inteiros, devo proporcionar a ele a oportunidade de fazer um (!) trabalho de compensação que apague suas faltas. O trabalho, me explicam os superiores, não deve ser difícil demais. Apenas uma documentação para o prontuário que garanta a promoção do aluno para o ano seguinte, sem ter frequentado este.
E lá vou eu, passar de ano, rumo ao Ensino Médio, um analfabeto que me imprimiu uma página da wikipedia e colocou o primeiro nome em cima, em garranchos de letra de forma, já que ele não aprendeu a cursiva e foi promovido mesmo assim.
 
Chega a reunião pedagógica bimestral e lá vamos
nós, receber um pouco mais de “Paulo-Freirezação”. Tudo de acordo com a cartilha. Nós fingimos que ensinamos e eles fingem que aprendem.
Mas tudo bem. Temos estabilidade, aposentadoria integral e, claro, greves bienais que aumentam nossos benefícios regularmente.
 
15 de junho de 2014

OS PSICOPATAS NO PODER.

ELES ESTÃO EM TODOS OS LUGARES, AO SEU LADO NO ESCRITÓRIO E INCLUSIVE NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA!
 
Faço aqui a transcrição de um ótimo artigo de Bruno Maia, postado no site Mídia Sem Máscara, que apresenta um resumo bem sintético da obra do psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski, intitulada "Ponerologia: Psicopatas no Poder", que também está à venda aqui no blog. Basta clicar sobre a capa no livro, na coluna ao lado acima, e o leitor será levado ao site da Livraria Cultura para efetuar a compra deste livro bem como de qualquer outro produto oferecido pela Cultura.
O artigo de Maia, resenha de forma sucinta e competente o contéudo desse livro, cuja introdução é assinada por Olavo de Carvalho.
Leiam:
 
Como é possível que tipos tão grotescos tenham conseguido ascender até os altos escalões do poder público ou ocupar posições de referência intelectual e moral para a sociedade? Um Luiz Inácio, alçado à Presidência da República; um Dirceu, que se tornou símbolo da juventude idealista e revolucionária; um Betto e um Boff, tomados - inclusive por sacerdotes e autoridades eclesiásticas - como modelos de santidade.
 
Não. Não é possível reduzir o problema a um fator eleitoral ou solucioná-lo apontando um intenso e febril trabalho de militância política - nem denunciar o esforço de rebaixar e adequar a fé a um projeto de poder totalitário. Não.
 
Nenhuma destas tentativas esclarece completamente a questão. O que poderia ser justificado apenas como resultado da confusão dos tempos, o psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski - sob a perspectiva da bio-psicologia - aponta como efeito da ação e da influência dos psicopatas.
 
Em "Ponerologia: Psicopatas no poder", Lobaczewski apresenta as linhas gerais para a fundação de uma nova disciplina: a ponerologia. "Poneros", em grego, quer dizer "o mal" - sendo a ponerologia um estudo sobre a gênese do mal (p. 81).
Porém, não se trata de um estudo amarrado às categorias morais. A ponerologia, esclarece o psiquiatra polonês, deve estar assentada nos avanços objetivos da biologia, da medicina e da psicologia clínica.
 
O foco da ponerologia é a pesquisa da psicopatologia. Descrever os fenômenos patológicos característicos de determinadas pessoas que, apesar de formarem um grupo reduzido dentro do conjunto total da população, podem afetar de forma negativa a vida de centenas, milhares, milhões de seres humanos. São pessoas que apresentam desvios psicológicos herdados ou adquiridos, anomalias na percepção, no pensamento ou no caráter - causados por alguma lesão no tecido cerebral ou por uma perturbação comportamental.
 
Lobaczewski então apresenta os traços essenciais da caractereopatia - da esquizoidia - e, sobretudo, da psicopatia essencial. Faz a descrição dos tipos patológicos e demonstra o "processo ponerogênico", a forma como estes tipos avançam o seu domínio sobre as outras pessoas - por exemplo, confeccionando "ideologias" como "máscara de sanidade".
Neste grau de influência, o fenômeno atinge a escala macrossocial. Um período de histeria generalizada, de crise espiritual da sociedade: o esgotamento dos valores morais, religiosos e ideativos que alimentavam as pessoas até então; o aumento do egoísmo, que quebra a ligação entre a obrigação moral e sua referência social; o domínio de assuntos sem importância nas mentes humanas; a atrofia da hierarquia de valores; e um governo paralisado (p. 152).
 
Eis o que produz uma PATOCRACIA. Um sistema de governo forjado por uma minoria psicopata que assume o controle da vida de pessoas normais. Ocupam não só cargos políticos, mas posições de referência moral e intelectual – incluindo-se aí as salas de aula e cátedras universitárias, como os "pedagogos da sociedade": pessoas fascinadas por suas idéias grandiosas, frequentemente limitadas e com alguma mácula derivada de processos de pensamento patológico, que se esforçam para impor suas teses e métodos, empobrecendo a cultura e deformando o caráter das pessoas (p. 55).
Lobaczewski viveu na Polônia subjugada pelo comunismo. O seu trabalho - que contou com a colaboração de outros pesquisadores do leste europeu - é o resultado desta experiência. Da observação direta, das transformações geradas pelo totalitarismo soviético na vida e na mente dos seus compatriotas, e da análise dos ícones e líderes daquele projeto de poder totalitário.
 
É assim que Karl Marx aparece como um exemplo de psicopatia esquizóide; Lênin, uma amostra de caracteropatia paranóica e Stálin de caracteriopatia frontal. Nestes termos, o trabalho de Lobaczewski é fundamental, porque fornece uma chave para a compreensão da realidade brasileira e da América Latina - dominada pelos herdeiros e cultuadores dos psicopatas e das anomalias descritas pelo psiquiatra polonês. A influência deles sobre o conjunto da sociedade está à mostra: degradação cultural e intelectual; corrupção dos valores morais; desorientação e histeria generalizada; consumo desenfreado de drogas; taxa de homicídios exorbitante; caos social e o império da criminalidade.
Isto é o suficiente para reconhecer a importância do trabalho de Lobaczewski. Não para se produzir uma atmosfera tenebrosa e fomentar o desespero.
É um passo inicial no esforço para amenizar este estado de coisas, pois a compreensão - semelhante ao processo da psicoterapia - é o princípio da cura da personalidade humana. E para recuperar um senso comum saudável - na esperança de destituir uma patocracia - a busca da verdade é o melhor remédio.
 
15 de junho de 2014
Bruno Maia

FRUSTRADA A EXPECTATIVA DE CASA LOTADA NA VISITA DE LULA

EX-PRESIDENTE FOI POUCO PRESTIGIADO em evento marcado pelo mal estar de Elmano

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A tão anunciada vinda do ex-presidente Lula ao Piauí não foi como o PT planejava. Aqueles que esperavam que a casa de show Teresina Hall estivesse lotada de petistas e simpatizantes saíram frustrados do evento. Faltou gente e a organização do evento foi obrigada a usar como estratégia pedir que os presentes se levantassem das cadeiras e se ‘amontoassem’ na frente do palco para 'disfarçar' o grande vazio na plateia.

Lula desembarcou no aeroporto de Teresina Petrônio Portela por volta de 13 horas. Almoçou na companhia dos senadores Ciro Nogueira (PP), Wellington Dias (PT), João Vicente (PTB) do pré-candidato ao Senado, Elmano Ferrer (PTB) e alguns deputados federais e estaduais no próprio aeroporto. Chegou ao evento na Teresina Hall por volta das 13h40, gravou participação na propaganda eleitorais de alguns candidatos da aliança petista e 'enrolou' talvez esperando que mais gente chegasse.

E nada! A casa continuava praticamente vazia para desespero da organização. Com a chegado do líder petista, os militantes petistas ocuparam o espaço em frente ao palco, mas não conseguiram disfarçar o vazio provocado pela falta de público. Desta vez, Lula não conseguiu mobilizar aquela multidão que sempre ‘arrastava’ por suas viagens ao Piauí. Foram poucas as caravanas do interior do estado e o público presente estava pouco entusiasmado.

Público no Theresina Hall para ver Lula não foi o esperado
Público no Theresina Hall para ver Lula não foi o esperado

ELMANO PASSOU MAL

Para piorar a situação, um grande constrangimento foi causado após o pré-candidato ao Senado, Elmano Ferrer, ter que se retirar do palco após passar mal. Lula veio participar do evento que consolidaria a pré-candidatura de Elmano, após João Vicente Claudino desistir, mais o ‘Veim’ não resistiu à pressão. Com 73 anos, o mal-estar de Elmano levantou dúvidas sobre se ele terá condições de disputar uma campanha tão acirrada quanto a de senador e ainda tendo como adversário o ex-governador Wilson Martins (PSB) conhecido em todo estado como o ‘trator’.

Elmano começou a passar mal durante a fala do senador Wellington Dias e nem conseguiu acompanhar a apresentação de Lula. Tentando animar o evento, W. Dias acabou colocando o ‘Veim’ em uma saia justa. Isso porque ao ‘pegar’ o microfone para falar W. Dias pediu que todos ficassem de pé e fossem para frente do palco. Elmano que já não estava se sentido bem, não resistiu e teve que se retirar do evento.

Pelo constrangimento do evento desta sexta, tanto pelo público irrisório que deixou a desejar quanto pelo vexame de Elmano, resta saber se a presença de Lula terá algum efeito na pré-campanha de W. Dias e Elmano. A propósito, o ex-prefeito parece emocionalmente abalado depois disso tudo. Pressão demais! Imagina ouvir: 'O senhor estava eleito para deputado estadual. Vai gastar agora dinheiro que não tem pra ser senador?'. Dói, viu!


Para quem estava acostumado a levar multidões, ficou feio...
Para quem estava acostumado a levar multidões, ficou feio...

LULA JÁ NÃO TEM MAIS AQUELE EFEITO?

A presença de Lula nas últimas eleições no Piauí sempre foi considerada como fator de decisão. A 'claque' foi reduzida. Em 2010, o ex-presidente foi considerado o responsável pela derrota dos ex-senadores Heráclito Fortes(PSB), na época do DEM, e Mão Santa (PSC). Em evento no estado, Lula pediu ajuda aos piauienses para derrotar os dois que ele classificou de seus inimigos. O pedido foi atendido e Ciro Nogueira e W. Dias foram eleitos.

Passados quatro anos, Lula dá sinais que sua imagem não é mais tão influente assim no Piauí. Se fosse, W. Dias teria sido eleito prefeito de Teresina em 2012. O petista, apesar de contar com o apoio do presidente, ficou apenas em terceiro lugar. O primeiro colocado Firmino Filho (PSDB) teve 162 mil votos. Elmano ficou em segundo com 139 votos e W. Dias ficou em terceiro com apenas 59 mil.

Mas mesmo assim, o PT ainda aposta na presença de Lula na tentativa de salvar candidaturas com remotas chances de sucesso como a de Elmano Ferrer.
E você leitor, acha que Lula merecia um evento maior no Piauí?


Coube a Lula, ao lado de W.Dias, falar para a pequena claque presente
Coube a Lula, ao lado de W.Dias, falar para a pequena claque presente

CLIQUE AQUI E SAIBA COMO FOI O EVENTO DE LULA NO PIAUÍ

15 de junho de 2014
 

MUDOU O CENÁRIO POLÍTICO

 

Tudo mudou esta semana, na campanha presidencial. Tínhamos quatro pretendentes ao Planalto, agora são dois. O quadro pode até se alterar de novo, mais tarde, mas Dilma Rousseff afastou Lula e Aécio Neves passou bem à frente de Eduardo Campos. A disputa se polarizou. O PT geralmente conta com o que eu chamo o "terço gordo" do eleitorado, isto é, fica alguns pontos acima dos 33%, mas segundo a pesquisa mais recente Dilma estaria batendo no limite inferior desse piso, com 35%. Já o antipetismo, que normalmente conta com um "terço magro" garantido, estaria superando o terço aritmético, ao somar os 23,7% de Aécio e os 11% de Eduardo. Teríamos um segundo turno no horizonte e, embora a mesma pesquisa dê vitória nele a Dilma, sua tendência de queda poderia continuar.

O primeiro sinal de mudança, esta semana, foi que Dilma decidiu lutar pela reeleição. Jornalistas bem informados asseguravam que Lula se dispunha a ser candidato. A presidenta fez então uma declaração sem precedentes em sua história: disse que confiava na "lealdade" de Lula a ela. Ora, a palavra "lealdade" tem uma cor hierárquica. É mais comum eu me dizer leal a meu superior, do que ele se considerar leal a mim, seu subordinado. O que Dilma disse foi, em outras palavras: "Eu sou a presidenta". E quero continuar sendo. Não desisto fácil - nem mesmo em favor de Lula.

Ao mesmo tempo, Aécio adquiria uma vantagem sobre Eduardo, que perdia votos ao demonstrar excessiva timidez em suas tomadas de posição. O ex-governador de Pernambuco tenta, faz tempo, caracterizar-se como uma oposição "light", que procuraria ser o pós-PT mais que o anti-PT.

Lula e Eduardo cedem a cena a Dilma e Aécio

Esse, aliás, parece ser o segredo do negócio: quem bater pesado demais no PT corre o risco de assustar os que admiram a inclusão social que esse partido promoveu. Assim, desde José Serra, em 2010, os candidatos da oposição procuram falar em "pós-PT" ou pós-Bolsa Família, em vez de baterem de frente no que o Partido dos Trabalhadores fez no governo. Quem conseguir que os eleitores acreditem nisso terá fortes chances de ser eleito.

Mas Eduardo também procurou ser o tucano leve. Quis ser aceitável para os que se cansaram de um lado ou outro, mas sem com isso irem do PSDB ao PT ou vice-versa. O problema, com isso, é que o candidato ficou sem identidade ou público próprio.

Marina Silva não deve gostar do resultado. Ela pode muito bem ter um projeto econômico que em muitos pontos converge com o dos tucanos, mas seu diferencial está na origem ecológica, que é o que dá cor ética à proposta dos sustentáveis. Porém, quando vemos Eduardo Campos parecendo fazer o segundo de Aécio, no encontro empresarial de Comandatuba ou no comício da Força Sindical em S. Paulo, ou quando lemos nos jornais cálculos de como seria um governo de coligação entre os dois partidos de oposição, a mensagem específica da terceira via se perde. Com isso perde a Rede, que não esperava isso ao se incorporar ao PSB, mas também perde o Partido Socialista, que fica parecendo mais um segundo PSDB do que uma agremiação com proposta e convicções identificáveis.

Some-se, a esse redesenho dos candidatos, uma mudança na postura interna ou na atitude pública dos empresários. Faz dois meses, ainda parecia dominante, nesse importante segmento da opinião, a preferência por Lula, o pragmático. Mas, ou porque Lula não será candidato, ou porque a ideologia da oposição sorri mais ao capital, esta semana viu definições claras de líderes patronais contra o PT.

Tal panorama favorece, em primeiro lugar, os dois partidos que ocuparam o Palácio do Planalto desde a eleição de 1994. O PT está tendo êxito em colar nos dois ex-ministros de Lula que devem formar a chapa do PSB, Eduardo e Marina, a marca de candidatos de oposição. A proposta de promover uma conciliação entre os dois lados, um meio termo (Eduardo), ou uma terceira via com uma alteração sensível no conceito de desenvolvimento (Marina), ficará seriamente prejudicada se o PT conseguir apresentá-los como defensores do arrocho salarial ou, ainda, como vertente auxiliar do PSDB. Essa estratégia, por sinal, acabará favorecendo também os tucanos, porque se no País tivermos só duas forças políticas principais, por que votar no PSB em vez do PSDB, por que preferir o incerto ao conhecido?

Em segundo lugar, o PT também está alcançando um certo êxito em pregar nos candidatos de oposição a imagem de opositores das políticas sociais. A declaração de Aécio Neves, prometendo aos empresários "medidas impopulares", pode ter sido positiva para o candidato tucano granjear apoios substanciais nesse setor, inclusive reduzindo o espaço de Eduardo - mas sinaliza, para o restante da sociedade, o risco de uma opção preferencial pelos ricos, com um arrocho salarial.

Para o PT, esse é um bom cenário de disputa, que fica entre ricos e pobres ou, para ser mais preciso, entre os vulneráveis a qualquer soluço da economia e aqueles cuja renda ou fortuna superior protege melhor de recessões e depressões. É claro que, do lado antipetista, este confronto será chamado de anacrônico, ou será debitado na conta do PT, como se o conflito pela apropriação dos recursos fosse uma invenção retórica, esquerdista, sem base na realidade. Mas há uma disputa real, entre os que consideram que deve prosseguir a agenda petista de inclusão social e os que a criticam porque a economia, se continuar no rumo petista, estaria em sério risco. O aspecto bom disso tudo é que é melhor debater a economia na campanha eleitoral, do que desviar a atenção destas questões, cruciais, apelando à agenda moralista do ataque a aborto, casamento homossexual e ateísmo.

15 de junho de 2014
Renato Janine Ribeiro é professor titular de ética e filosofia política na Universidade de São Paulo. Escreve às segundas-feiras

 

INFLAÇÃO DA COPA PUXA PREÇOS DE ALIMENTAÇÃO FORA DE CASA E ELETROS



Às vésperas da Copa do Mundo, os preços de alguns itens já começam a mostrar influência da proximidade do evento, afirmou nesta sexta-feira, 06, a coordenadora de Índice de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eulina Nunes dos Santos. 

"As cidades já estão cheias", notou.

Segundo Eulina, o efeito mais visível é percebido na alimentação fora do domicílio, que acelerou de 0,57% para 0,91% em maio. As refeições subiram 0,96%, enquanto os refrigerantes fora de casa avançaram 1,29%.
 
Os eletrodomésticos também são impulsionados pela Copa do Mundo, afirmou a coordenadora. Os preços subiram 2,12%, puxados por refrigeradores, fogões e máquinas de lavar roupa. "As vendas desses itens aumentaram", disse Eulina. 
 
Os televisores, principal item de desejo das famílias com a chegada da Copa do Mundo (e que têm sustentado a produção da indústria e as vendas do varejo), caíram 0,36% em maio, mas menos do que em abril (-1,19%). 
"Há muitas promoções de TV", justificou. 
 
A despeito da pressão esperada sobre as passagens aéreas diante da proximidade do evento, as tarifas recuaram 21,11% em maio. "Chama atenção. 
Podemos até achar que não era (para estar caindo), mas foi isso que foi medido. As empresas parecem ter deixado as tarifas mais em conta por mais tempo", disse Eulina. 
 
Apesar da alta da alimentação fora de casa e dos eletrodomésticos, o IPCA sofreu desaceleração em maio, fechando em 0,46%. Em 12 meses, porém, o índice de preços se aproximou do teto da meta do governo. O IPCA registrou alta de 6,37% em 12 meses, porcentual maior do que o verificado em abril, quando estava em 6,28%. O teto da meta da inflação é de 6,5%.
 
Energia mais cara.
A alta de 3,71% da energia elétrica no IPCA de maio foi a mais intensa para o item desde maio de 2003, quando subiu 6,45%. Com o resultado, a tarifa de energia elétrica contribuiu sozinha com 0,10 ponto porcentual da alta de 0,46% observada no mês passado.

Em abril, as tarifas de energia elétrica haviam subido 1,62%, mas a alta se intensificou devido a impactos de reajustes em diversas regiões metropolitanas do País. As elevações foram de 16,65% em Recife, 12,96% em Fortaleza, 12,82% em Salvador, 10,27% em Campo Grande, 5,05% em Porto Alegre e 4,37% em Belo Horizonte. Além disso, Rio de Janeiro e Belém, bem como Campo Grande foram afetadas por aumento de impostos (PIS/Cofins) incidentes sobre a tarifa de energia elétrica residencial.
 
"Foi o principal impacto do mês de maio, com reajustes em várias regiões, e foram altas relativamente fortes. Algumas também tiveram aumentos pesados nos impostos", notou a coordenadora de Índice de Preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos.
 
IDIANA TOMAZELLI - AGÊNCIA ESTADO
15 de junho de 2014

E NO BRASIL MARAVILHA DOS VELHACOS...


 PARLAPATÃO FILHO... do brasil: para ver a seleção, paulistano precisa usar jumento
 

O desejo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se cumpriu nesta sexta-feira, a menos de uma semana da abertura da Copa do Mundo na cidade de São Paulo. No último dia 16 de maio, o petista afirmou ser "babaquice" a preocupação de oferecer metrô para o torcedor chegar aos estádios. 
 
"Nós nunca tivemos problemas em andar a pé. Vai a pé, vai descalço, vai de bicicleta, vai de jumento, vai de qualquer coisa", disse Lula, em palestra para blogueiros. Nesta sexta, o paulistano que comprou ingresso para assistir ao último amistoso da seleção brasileira antes da estreia no Mundial, no Morumbi, não poderá usar o metrô, parado pelo segundo dia de greve. 
 
E o carro também não será um bom negócio: 
com chuva e o rodízio de veículos liberado pela prefeitura, as ruas e avenidas da maior cidade do país estão travadas.
 
Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), foram registrados 251 quilômetros de vias engarrafadas às 10h30, recorde histórico para o horário. As principais artérias que cortam a cidade estão congestionadas. Por volta das 11h, um protesto de metalúrgicos ajudou a piorar o cenário caótico ao bloquear duas faixas da Avenida Paulista. Outras manifestações, de funcionários da construção civil e as marchas diárias dos sem-teto (MTST), estão programadas para esta sexta.
 
A greve dos metroviários paralisa parcialmente três linhas do metrô – 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha. Nas primeiras horas da manhã, grevistas decidiram realizar piquetes em estações e impedir funcionários que não aderiram à paralisação de trabalhar normalmente. A Polícia Militar utilizou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar o grupo e impedir depredações. O Metrô informou em sua conta no Twitter que havia "impedimento da entrada de funcionários nos postos de trabalho por grevistas".
 
Os metroviários vão fazer um ato de protesto, às 16 horas, na Estação Tatuapé, com possibilidade de fechar a Radial Leste, principal via de ligação da Zona Leste ao Centro da capital. "Há risco de a greve continuar (até a Copa), se o governador não negociar", afirmou Altino de Melo Prazeres Júnior, presidente do sindicato.
 
Veja.com
15 de junho de 2014

O RITMO DA INFLAÇÃO

Em porcentual
Created with Raphaël 2.1.0Mensal12 meses0.90.80.70.60.50.40.30.20.10Mai/13JunJulAgoSetOutNovDezJanFevMarAbrMai/140.370.260.240.350.570.540.920.550.690.920.670.46

15 de junho de 2014
Fonte: IBGE

UM PETRALHA RIDÍCULO SUPLICANDO É ALGO INSÓLITO



O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta quinta-feira que o patriotismo poderá ajudar a reduzir os protestos dos metroviários de São Paulo e de outras categorias que estão em campanha por reajustes salariais. Segundo ele, algumas categorias profissionais sabem da importância deste momento, véspera do início da Copa, e tentam obter ganhos. Mas, no devido momento, vão entender que é necessário projetar uma boa imagem do país.

- Todos nós queremos que a imagem do pais esteja lá fora de maneira a nos orgulhar. Queremos ter orgulho do nosso país. Portanto, quem for brasileiro vai estar lutando muito para ganharmos a Copa dentro do campo, mas também fora, mostrando que nós somos capazes - disse Cardozo.
 
O ministro fez a declaração ao final de uma visita ao Centro de Gerenciamento e Monitoramento da Força Nacional, instalada num prédio anexo à sede do Ministério da Justiça. Cardozo também minimizou os alertas de governos de outros países sobre eventuais riscos de turistas que estiverem no Brasil durante a Copa.
 
- Cada governo vai dizer para seu turista aquilo que acha que deve dizer. E nós vamos dizer para aqueles que estão aqui e para aqueles que vierem que temos segurança pública e temos condições de fazer com que a lei seja respeitada e fazer com que a paz exista e tenhamos uma excelente Copa do Mundo - disse Cardozo.
O Globo
POR JAILTON CARVALHO
15 de junho de 2014

QUANDO NOVEMBRO CHEGAR




Dilma tem razão quando afirma que a situação do país vai melhorar quando novembro chegar. Sim, vai melhorar porque o eleitor terá decidido por ponto final à experiência de governo do PT. O país atravessa uma de suas mais graves crises de confiança, atestada pela pesquisa do Pew Research. O brasileiro olha para a governante no Planalto e não enxerga nela quem possa lhe conduzir a um amanhã melhor. Afinal, foi ela mesma quem nos trouxe a este presente penoso.

É preciso dar razão à presidente Dilma Rousseff: 
a situação do país vai melhorar quando novembro chegar. Vai melhorar porque o eleitor brasileiro terá decidido por ponto final à experiência de governo do PT. Quando novembro, finalmente, chegar, o Brasil estará a um passo de começar a mudar. 

Ninguém aguenta mais o que aí está. 
O país atravessa hoje uma de suas mais graves crises de confiança. 
O futuro parece turvo, se não para todos, para grande maioria. 

O brasileiro olha para a governante no Palácio do Planalto e não enxerga nela quem possa lhe conduzir a um amanhã melhor. 
Afinal, foi a mesma governante quem o trouxe a este presente penoso.


 
As expectativas estão ruins. 
 
Do empresário que desiste de produzir ao consumidor que prefere não comprar, passando pelo investidor que migra seu dinheiro daqui para bem longe. 
Dilma e um monte de petistas acha que é pura birra de quem faz “beicinho”, como decretou o ministro Paulo Bernardo há uns meses. 
Não entendem – ou não querem compreender – como funcionam as coisas no mundo real.

Os indicadores de confiança e expectativa estão todos apontando para baixo. 
Os da indústria, do comércio e dos consumidores estão nos menores níveis desde a crise de 2008, ano em que o mundo todo mergulhou numa profunda recessão. Ao contrário de antes, contudo, o mau humor agora é propriedade nossa, exclusividade dos brasileiros.

A constatação é reforçada por pesquisa feita pelo Pew Research Center divulgada ontem nos EUA. Os números são acachapantes. 
Para começar, 72% dos brasileiros estão insatisfeitos com a situação do país.
O nível de insatisfação, porém, não é de agora: 
supera sistematicamente o de satisfação desde 2012, embora o abismo entre um e outro tenha se acentuado nestes últimos 12 meses.

A situação da nossa economia é ruim para 67% dos pesquisados, numa situação completamente inversa à de um ano atrás, quando 59% a avaliavam como boa. Neste caso, a reversão é total: desde 2010, quando o Pew Research fez sua primeira pesquisa nacional, até 2013, as avaliações positivas sobre o ambiente econômico brasileiro sempre superaram as negativas.

 
Os resultados colhidos não decorrem de avaliações aleatórias. 
O brasileiro sabe exatamente o que lhe incomoda: 
85% apontam a alta de preços, a inflação, como principal problema do país atualmente. Insegurança e falta de saúde aparecem logo na sequência, com 83%. Também preocupam a corrupção política (78%) e a perda de oportunidades de trabalho (72%).

A visão que os entrevistados professam em relação à forma com que Dilma Rousseff cuida dos principais assuntos do país é amplamente negativa. 
O Pew Research apresentou nove temas e áreas aos pesquisados e em absolutamente todos a relação é de, no mínimo, dois que desaprovam para cada um que aprova, chegando a seis para um no caso da corrupção, da segurança e da saúde.

“O atual nível de frustração que os brasileiros expressam em relação à direção do seu país, a sua economia e os seus líderes não tem paralelo nos anos recentes”, resumem os pesquisadores. Segundo Juliana Horowitz, brasileira responsável pelo trabalho, o instituto fez levantamentos em 82 países desde 2010 e só viu oscilações tão acentuadas em lugares que passaram por crises ou rupturas institucionais, como o Egito, registra O Estado de S. Paulo.

O que o Pew Research, um dos principais institutos de pesquisa dos EUA, constata é algo que os que vivemos no Brasil atestam cotidianamente. 
Tornou-se insuportável aceitar a degradação das condições de vida, o desleixo com conquistas econômicas e sociais, a corrosão de valores que se tornaram norma nos anos recentes. 
 

J o quanto antes esta gente do gover
Instituto Teotônio Vilela
15 de junho de 2014

DECRETO 8243. DITADURA PETISTA DOS CONSELHOS - SOVIETS EM RUSSO. DEPUTADO MENDES THAME

segunda-feira, 9 de junho de 2014

FORA, PT E LEVA A DILMA COM VOCÊ!!!

 
09 de junho de 2014


UM PETRALHA RIDÍCULO SUPLICANDO É ALGO INSÓLITO

"GARBOSO" apela ao patriotismo contra greves e manifestações
 
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta quinta-feira que o patriotismo poderá ajudar a reduzir os protestos dos metroviários de São Paulo e de outras categorias que estão em campanha por reajustes salariais. Segundo ele, algumas categorias profissionais sabem da importância deste momento, véspera do início da Copa, e tentam obter ganhos. Mas, no devido momento, vão entender que é necessário projetar uma boa imagem do país.

- Todos nós queremos que a imagem do pais esteja lá fora de maneira a nos orgulhar. Queremos ter orgulho do nosso país. Portanto, quem for brasileiro vai estar lutando muito para ganharmos a Copa dentro do campo, mas também fora, mostrando que nós somos capazes - disse Cardozo.
O ministro fez a declaração ao final de uma visita ao Centro de Gerenciamento e Monitoramento da Força Nacional, instalada num prédio anexo à sede do Ministério da Justiça. Cardozo também minimizou os alertas de governos de outros países sobre eventuais riscos de turistas que estiverem no Brasil durante a Copa.

- Cada governo vai dizer para seu turista aquilo que acha que deve dizer. E nós vamos dizer para aqueles que estão aqui e para aqueles que vierem que temos segurança pública e temos condições de fazer com que a lei seja respeitada e fazer com que a paz exista e tenhamos uma excelente Copa do Mundo - disse Cardozo.
O Globo
POR JAILTON CARVALHO
06 de junho de 2014