quarta-feira, 15 de setembro de 2021

MUDANÇA DRÁSTICA NA TERRA

 

Mudança drástica na Terra

15 de setembro de 2021

ENTENDA QUAL É A RAIZ DOS MISTÉRIOS DAS COMPLICAÇÕES ATUAIS

 

CONHEÇA O MISTÉRIO DOS GATOS

 

CONHEÇA O MISTÉRIO DOS GATOS

15 de setembro de 2021

7 CHACKRAS (O DOM DOS 7 CHACKRAS QUE FOI CONCEDIDO AOS SÁBIOS E HUMILDES)


CARTA REVELA DIA-A-DIA NA COLÔNIA ESPIRITUAL

 

HIST-ORIA INÉDITA SOBRE CHICO XAVIER

 

DIÁLOGOS ESPÍRITAS: A VIDA NO MUNDO ESPIRITUAL


DESCOBERTOS DEPOIS DE 527 ANOS: OS IMPRESSIONANTES RESTOS MORTAIS DO REI RICARDO III

Após séculos perdido, o esqueleto do último monarca inglês a morrer em batalha foi encontrado em um local bastante inusitado

Retrato de Ricardo III e seu esqueleto - Divulgação/ Universidade de Leicester/ Domínio Público


Conhecido como um grande tirano, o rei Ricardo III teve sua péssima reputação eternizada por uma peça de William Shakespeare. O monarca, todavia, teve uma saga complexa tanto em vida, quanto em morte. Último rei da Casa de York da Inglaterra, ele foi sucedido pela dinastia Tudor, com a posse do rei Henrique VII da Inglaterra.

O monarca inglês morreu em batalha e pode ser considerado o último a ter falecido de tal maneira. Aos 32 anos, sendo apenas dois destes de governo na Inglaterra, ele foi morto na batalha de Bosworth, no dia 22 de agosto de 1485. Aquele foi também o último conflito da Guerra das Rosas, que selou o destino da dinastia.

A derrota de Ricardo e seu exército também marcou o fim da Idade Média da região. Mas quando o rei foi morto próximo da cidade de Market Bosworth, em Leicestershire, iniciou-se um mistério que perdurou por séculos.


Afinal, onde estava o corpo do fatídico monarca, que ficou conhecido por suas decisões controversas?

Ricardo III / Crédito: Wikimedia Commons


Pelo que se sabe, no fim da batalha, o cadáver do rei foi enterrado de maneira simples em uma cidade vizinha de Leicester, mas não se sabe exatamente qual foi a trajetória do corpo. Muitas lendas dizem que Ricardo foi jogado no rio Soar, sendo este o motivo pelo qual ele permaneceu desaparecido por tanto tempo.


Outros acreditam que seu túmulo original tenha sido destruído ou ao menos removido durante a Reforma Inglesa, o que explicaria o sumiço do corpo do rei.

Dessa maneira, por ao menos cinco séculos, ninguém fazia ideia de onde estava o esqueleto do monarca inglês. Isso mudou apenas recentemente.

Escavações arqueológicas

Esqueleto de Ricardo III / Crédito: Divulgação - Universidade de Leicester

Em 2012, a Sociedade Ricardo III iniciou um projeto ambicioso. Escavações arqueológicas começaram a ser feitas em um local onde, no passado, estava a Igreja Greyfriars Priory, uma capela franciscana que foi destruída no século 16 e deu lugar a um estacionamento, que permanece até os dias de hoje.

Foi quando os pesquisadores encontraram um esqueleto. Os profissionais do Departamento de Arqueologia da Universidade de Leicester descobriram, no subsolo do local, os restos bem preservados de um homem que apresentava escoliose severa.

O mais curioso era que o indivíduo apresentava características que poderiam muito bem ser de Ricardo. Por exemplo, os ossos indicavam que aquele ser humano morreu quando tinha entre 25 e 40 anos; o monarca veio a óbito quando tinha 32. Também foram notados ferimentos que poderiam ter sido feitos em batalha.

O exame

Os cientistas submeteram o esqueleto descoberto a um exame de datação por radiocarbono, que revelaram, por exemplo, que aquele homem havia vivido entre a segunda metade do século 15 e início do século 16.

Os estudos também revelaram que aquele homem teve uma alimentação baseada em proteína, marcada pelo consumo de frutos do mar, comida que marcou a época. Outro passo também foi comparar aqueles restos com as descrições físicas feitas sobre o rei.

Contudo, a análise definitiva foi a comparação de seu DNA com dois descendentes de sua irmã mais velha, Anne de York. "A sequência de DNA do esqueleto foi comparada com a dos parentes. Ficamos empolgados em descobrir que existe uma correspondência entre o DNA da família de Ricardo III e os restos encontrados nas escavações”, explicou a geneticista Turi King.

O arqueólogo Richard Buckley, coordenador das escavações, cravou que: “a conclusão acadêmica da Universidade de Leicester é que, além de qualquer dúvida razoável, o indivíduo exumado em Greyfriars, em setembro de 2012, é efetivamente Ricardo III, o último rei da Inglaterra da casa Plantageneta”.

“É uma honra e um privilégio estar no centro de um projeto que desperta tanto interesse público. Raramente as conclusões de alguma pesquisa acadêmica são esperadas com tanta ansiedade”, afirmou.

Esqueleto de Ricardo III / Crédito: Divulgação - Universidade de Leicester

Com os resultados dos exames realizados nos ossos, os pesquisadores também publicaram um artigo sobre o tema na revista médica The Lancet, que contava com detalhes sobre a investigação. Eles perceberam que o homem foi morto sem capacete, tendo o crânio perfurado.

Além disso, é possível que ele tenha sido morto de joelhos. As análises identificaram onze ferimentos no corpo de Ricardo. Outro detalhe interessante é que os especialistas mostram que o corpo do rei foi mutilado mesmo depois de morto, forma de aumentar a humilhação diante da derrota.

Depois de toda essa pesquisa, que só foi possível depois de séculos de mistério, o esqueleto de Ricardo foi enterrado novamente, sepultado na capital da cidade em que foi encontrado. Finalmente, o soberano
encontrará seu descanso final.

15 de setembro de 2021
ISABELA BARREIROS

OS INSTIGANTES ESQUELETOS DE 5 MIL ANOS ENCONTRADOS NA CHINA EM 2017

Após a descoberta, um estudo aprofundado sobre o local na época em que viveram conseguiu explicar o tamanho não comum para o período


Um dos esqueletos descobertos na expedição - Divulgação / Universidade de Shandong


Durante uma expedição iniciada em 2016, um grupo de arqueólogos chineses localizou um curioso sítio arqueológico, capaz de jogar luz sobre uma curiosa época na história do país.

Com ornamentos subterrâneos, um quadrado no meio da confecção chamou atenção por abrigar corpos distintos do que já havia sido descoberto pela arqueologia local.

O encontro de diversos esqueletos de 5 mil anos, muito mais altos e robustos do que a média de altura na época, estimada na Europa em 1,65 metros, repousavam no norte de Shandong. Em média, os restos mortais tinham por volta de 1,80 metros de altura, com o maior deles alcançando pouco mais de 1,90 metros.


Apesar do maior deles ser do sexo masculino, também havia corpos femininos na estimativa média. A altura acima da média iniciou uma intensa investigação sobre a origem do desenvolvimento corporal notável e, principalmente, sobre o ambiente em que foram encontrados, como cobriu a agência de notícias do governo Xinhua e republicou a revista Veja.

Jazigos de esqueletos descobertos na expedição / Crédito: Divulgação / Universidade de Shandong


Origem da altura

Nem todos os corpos presentes nos mais de 205 túmulos analisados durante a expedição arqueológica estavam completos; parte da estimativa de altura foi obtida com base nas proporções da estrutura óssea, respeitando o desenvolvimento do cálcio e relacionando as medidas com o restante dos membros.


Dessa maneira, os apelidados “gigantes” antigos estavam instalados próximos do Rio Amarelo, posição geográfica que favorecia o ambiente para as safras de alimentos com o acesso a água limpa, clima úmido e cobertura do sol. Dessa maneira, o acesso a mais alimentos e fartura possibilitou o crescimento notável.

Quem explicou o fenômeno foi o principal autor da pesquisa pela Universidade de Shandong, Fang Hui, ao veículo chinês: “Já agrícolas na época, as pessoas tinham diversos recursos alimentares e, por isso, seu físico mudou”, justificou. Porém, as instalações do local também auxiliaram na descoberta —mostrando a também vestígios da cultura antiga.

Vasos de cerâmica descobertos na expedição / Crédito: Divulgação / Universidade de Shandong


Hábitos do passado

As primeiras suspeitas da altura acima da média para tal população surgiram de um princípio básico da equipe; existiam esqueletos masculinos cujos túmulos eram maiores, sendo inicialmente uma possibilidade de demonstração de poder na cerimônia funerária. Depois da relação óssea, entretanto, foi possível observar o desenvolvimento pela fartura.

Ao redor dos jazigos, diversos objetos dos Longshan, civilização neolítica cujos registros históricos agora atribuem a rica alimentação ao tamanho e força incomuns para época, mas hoje completamente possíveis pela produção desenfreada de alimentos. Os artefatos são coloridos e feitos com cerâmica e argila.

Celebrada pelas autoridades, o vice-chefe da divisão provincial de patrimônio cultural de Shandong, Zhou Xiaobo, comemorou os achados e afirma que contribuirão para pesquisas locais: “Estudos futuros e mais escavações são de grande valor para a nossa compreensão da origem da cultura no leste da China”.

15 de setembro de 2021
WALLACY FERRARI, SOB SUPERVISÃO DE THIAGO LINCOLINS

ACREDITE NA VIDA. TUDO É PASSAGEIRO

 

BOM DIA! GRATIDÃO PELO NOVO DIA!!

 


15 de setembro de 2021