quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

DIVALDO ABRE O JOGO SOBRE CHICO XAVIER



DIVALDO ABRE O JOGO SOBRE CHICO XAVIER

20 de dezembro de 2017

A VIDA NO UMBRAL E COMO SAIR DE LÁ?



A VIDA NO UMBRAL E COMO SAIR DE LÁ?
20 de dezembro de 2017

AS IMAGENS DO NASCIMENTO DE CRISTO, NA VISÃO MÁGICA DE GRANDES PINTORES


A cena da Natividade, na visão de Caravaggio
Na iconografia cristã, os grandes mestres da pintura sempre deram relevada importância em registrar com talento, criatividade e interpretações diversas, o episódio da Natividade (o nascimento de Cristo) com seus personagens – a Virgem Maria, São José, o Menino Jesus, os animais, os pastores e os Reis Magos. Essas imagens, um dos temas mais comuns na arte cristã, mormente na Idade Média e no Renascimento, estão sempre impregnadas de símbolos, como ressaltam Emile Male e seu discípulo Louis Réau, em livros iconográficos que decodificam a poética dos artistas.
A Virgem, o Menino Jesus e São José, personagens principais do ato passado na estrebaria, o Nascimento de Cristo, conforme a época e os pintores, a cena, bastante conhecida, sofre variações de um para outro artista. No Retábulo Portinari, do flamengo Reoger der Weuden, ou na Natividade, do alemão Hans Baldung, há uma inovação: a do Menino iluminado, adorado por seus pais e os pastores.
“Do corpo do pequeno Cristo irradia intensa luz que ilumina a face extasiada dos personagens”, diz Emile Male. “Não é apenas um menino comum, que jaz no chão ou na manjedoura, reverenciado por Reis Magos e Pastores, olhado e farejado com certa indiferença por dois animais principais: o asno e o boi”.
OUTROS SERES – Neste painel, outros seres ainda podem ser acrescentados, como na pintura da brasileira Rosina Becker do Vale: pavões, leões, corujas, borboletas, além de anjos cantores. “E com tal fidelidade são estes seres representativos do Renascimento que, na Natividade de Piero Della Francesca, identificam-se as palavras do canto gregoriano que pronunciam pelo formato de suas bocas”, afirma Emile Male.
Os livros iconógrafos relatam que tudo na arte cristão medieval possui caráter simbólico, testemunhos da divindade de Cristo e das verdades do Novo Testamento. E, por isso, existe um verdadeiro zoológico nos quadros primitivos flamengos, nos renascentistas e no de alemães e espanhóis.
Segundo os especialistas, as fontes do bestiário vieram, principalmente, da Bíblia, dos Salmos e da Lenda Dourada, a hagiografia dos santos (história dos santos) tão consultada pelos artistas da Idade Média. Nelas os animais não são classificados por espécies, família e gênero, como fez Carlos Lineu, no início do século XVIII, e sim por suas virtudes ou malefícios morais.
OS SIGNIFICADOS – “Na Idade Média”, diz Emile Male, “tudo é signo e o visível só vale porque esconde o invisível. Logo, temos o significado de alguns animais que sempre aparecem em quadros de mestres que pintaram o tema Natividade”.
O Cordeiro (Agnus Dei), por sua mansidão ante a morte inevitável, geralmente, simboliza Cristo e seu sacrifício pela humanidade, sobretudo quando aparece imóvel, salienta Emile Male. “Mas também pode significar a Ressurreição do Cristo. Todavia, devemos nos lembrar que Ele não simboliza, exclusivamente, a imagem de Jesus imolado ou ressuscitado. Ele pode ser o símbolo místico do Apocalipse que se aproxima, ou a inocência dos santos”.
O asno e o boi são animais inevitáveis em todas as Natividades. O asno, que mais tarde ajudará a Sagrada Família a fugir para o Egito, na iconografia do Natal tem vários significados. Humilde o doce, ele era chamado “o cavalo do pobre” e tem sempre um papel simpático na Bíblia. Na gruta natalina, ele esquenta com seu hálito o Menino Jesus na manjedoura.
POVO JUDEU – O asno, entretanto, tem também seu lado perverso, constata Emile Male. “Iconograficamente, ele simboliza a ignorância, a obstinação e até a lubricidade. Sua teimosia simboliza o povo judeu que, mantendo-se fiel a sua milenar crença, não quis seguir Jesus Cristo. No caso, o asno é o símbolo da Sinagoga que renegou o Messias Cristão. E foi o asno que carregou Cristo para Jerusalém no Dia da Páscoa”.
Já o boi, como São José, tem um papel humilde de Natalidade. Seu hálito também ajuda a acalentar o Menino na noite de inverno natalino. Ele, iconograficamente, simboliza ainda o sacrifício de Jesus, assimila a ideia de reprodução humana e é a vítima nos sacrifícios religiosos. Por isso, o boi não tinha boa reputação na Bíblia, que condenava o sacrifício dos animais aos deuses. Foi aproveitando a ausência de Moisés que os judeus adoraram o Bezerro de Ouro ao pé do Monte Sinai.
RIQUEZA DO MUNDO – Os cavalos dos Reis Magos, ricamente, adornados, significam a riqueza do mundo em comparação à do Filho de Deus, explica Emile Male. “A este bestiário luxuoso, vários artistas como Ticiano, Rubens e Veronese, acresceram outros animais simbólicos: pomba, pavão, cervo, galo e leão, além dos anjos que evoluem como símbolos da pureza velando pela Sagrada Família”.
A pomba, símbolo da paz que reinará um dia sobre a humanidade após o Juízo Final, foi a emissária da Anunciação e do término do Dilúvio Universal. “Signo do Espírito Santo, da alma do penitente purificada pela morte, ela se opõe ao negro corvo, encarnação do Diabo. A pomba também simboliza a Igreja nascida no Pentecostes”, sustenta Emile Male.
OUTROS ANIMAIS – O cervo, segundo o Salmo 41, após beber no regato, brame pela presença do Messias. Ele é também o matador da serpente tentadora. Já o pavão de caudas é um breve contra o mau olhado. “Os cristãos primitivos o reverenciavam ainda como símbolo da redenção e da vigilância contra o pecado. Mas em pintura, era também um animal que permitia vivas combinações de cores”, constata Emile Male.
O galo não significa apenas o símbolo da regeneração e do remorso de São Pedro, é também a imagem de Cristo que, no terceiro dia, ressurgiu das trevas para a Ressureição. Seu canto matinal não apenas acorda o homem para o trabalho, mas serve para lembrá-lo que mais um dia passou e a morte se aproxima.
E o leão, símbolo da coragem e da força, paradoxalmente, significa a sepultura, tal como a baleia, onde um dia os restos mortais irão repousar. Emile Male revela que além desses símbolos iconográficos da Natividade, outros foram adotados para significarem o bem ou o mal. “Na Idade Média e, desde a Arte Cristã Primitiva, o importante das imagens não eram suas qualidades físicas, mas seu conceito metafísico, pois a metafísica, no mundo medieval, era a única filosofia que explicava o Universo”.

20 de dezembro de 2017
Paulo Peres

domingo, 17 de dezembro de 2017

NO NATAL (OU NATAO), É TEMPO DE RELEMBRAR O "QUINTO EVANGELHO" DE SÃO TOMÉ

Resultado de imagem para SÃO TOMÉ APOSTOLO
Foi com o escritor, professor, filósofo e teólogo gaúcho Huberto Rohden (1893-1981) que aprendi a fazer neologismos. Ele foi docente na Universidade de Princeton (presbiteriana), colega de Einstein, que também lecionava lá. O que pouca gente sabe é que este grande autor brasileiro, com várias e importantes obras no campo da Espiritualidade, também foi jesuíta. Ainda que tenha largado o hábito, continuou um investigador das religiões comparadas e, como diz a Bíblia, uma vez sacerdote, sempre sacerdote, ou Hebreus 7:17 –“Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”.
Muito cedo Huberto interessou-se pelo Orientalismo e um belo dia visitou um antigo Templo Budista de Santa Teresa, RJ, em 1972, e lá o conheci pessoalmente. Mas os seus livros, desde criança eu já admirava, pois o meu pai era um inveterado leitor do Dr. Rohden, como ele chamava.
CREAR E CRIAR – Esta resenha de hoje é para falar do livro “O Quinto Evangelho – A Mensagem de Cristo”, do Apóstolo Tomé; a bela tradução e comentários são do referido pensador Huberto Rohden, editora Martin Claret, 162 paginas. E escrevi “NaTao” no título, inspirado no costume do sábio dos pampas, que em suas obras grafava “crear” em vez de criar. Logo no início ele se explicou:
“O Poder Infinito é o Creador do Universo – um fazendeiro é um criador de gado”, escreveu Rohden, que fundamentava sua preferência com base no Latim: “Crear é a manifestação da Essência em forma de existência – criar é a transição de uma existência para outra existência”.
Assim, juntei a época natalina com o vocábulo chinês “Tao” que é um dos nomes de Deus, ou seja, “NaTao”, que bem pode significar: “Estar em Deus, com o Creador”.
DO SÉCULO II – Evangelhos apócrifos. Foi descoberto em 1945, em Nag Hamadi, no Egito. Cientistas dataram o texto em língua copta como sendo um original do século II da era cristã.
Após a dispersão dos apóstolos de Jesus, Tomé foi para a Índia e morreu lá. O seu corpo está até hoje sepultado na Catedral de Madras, uma cidade ao sul da Índia e, em suas pesquisas, o educador Rohden esteve orando no local.
Diz o texto: “Estas são as palavras secretas de Jesus, o Vivo, que foram escritas por Didymos Thomas”.
PALAVRAS SECRETAS – O tradutor brasileiro Huberto Rohden explica: “As palavras secretas são ensinamentos esotéricos de Jesus, proferidas não para as massas populares, mas para uma elite escolhida de discípulos do divino Mestre, capazes de compreenderem o sentido místico de certas verdades profundas”. E acrescenta: “Tomé se limita a mencionar certas palavras de Jesus (…). Alguns desses aforismos são altamente paradoxais, lembrando por vezes a linguagem de Lao-Tsé, no seu Tao Te Ching”.
Deduzimos então que tanto Cristo quanto o Apóstolo Tomé conheciam o mitológico autor chinês e seu famoso livro. Por dedução também, inferimos que, como o Zen-Budismo aproxima-se muito do pensamento filosófico chinês, o Taoísmo clássico, é quase certo que Cristo também conhecia o assunto.
VER PARA CRER – Este é o famoso São Tomé, aquele do “ver para crer”. E quando ele pediu a comprovação de Jesus, ele não estava duvidando, nem discordando do Mestre, era um comportamento típico de sua erudita educação e formação grega, que recomenda o pesquisar, o consultar e não sair assim de primeira, acreditando logo em tudo
“O Quinto Evangelho” constitui-se de 114 pequenos textos, mas de grandes e profundos significados, que, mais adiante, em outro artigo, voltaremos a abordar.
Feliz NaTao!

17 de dezembro de 2017
Antonio Rocha

GRATIDÃO A DEUS, TRANSFORMAÇÃO, RENOVAÇÃO, DISCIPLINA



GRATIDÃO A DEUS, TRANSFORMAÇÃO, RENOVAÇÃO, DISCIPLINA - Rossandro Klinjey

17 de dezembro de 2017

A COERÊNCIA DAQUILO QUE VOCÊ FALA E O QUE VOCÊ FAZ! (ROSSANDRO KLINJEV)




Rossandro Klinjey - A Coerência Daquilo Que Você Fala E O Que Você Faz! GRATIDÃO!

17 de dezembro de 2017

PASSO A PASSO O QUE ACONTECE APÓS O DESENCARNE, NO VELÓRIO E FINADOS (CHICO XAVIER)



PASSO A PASSO O QUE ACONTECE APÓS O DESENCARNE, NO VELÓRIO E FINADOS POR CHICO XAVIER

17 de dezembro de 2017

IÊMEN - O SEGREDO DO ORIENTE - DOCUMENTÁRIO




Iêmen - O Segredo Do Oriente - Documentário

17 de dezembro de 2017

TATUAGENS NA VISÃO ESPIRITUAL EXTRAFÍSICA E NA ATMOSFERA PSÍQUICA




TATUAGENS NA VISÃO ESPIRITUAL EXTRAFÍSICA E NA ATMOSFERA PSÍQUICA - Wagner Borges

17 de dezembro de 2017

VOCÊ SE COMPARA COM OS OUTROS? ENTÃO VOCÊ TEM UM PROBLEMÃO!




VOCÊ SE COMPARA COM OS OUTROS? ENTÃO VOCÊ TEM UM PROBLEMÃO - Rossandro Klinjey

17 de dezembro de 2017

POR ONDE EU COMEÇO A MINHA TRANSFORMAÇÃO INTERIOR?




POR ONDE EU COMEÇO A MINHA TRANSFORMAÇÃO INTERIOR? Haroldo Dutra Dias

17 de dezembro de 2017