03 de janeiro de 2026
Podem ser anotações casuais de um passante, porque quando começamos nossa jornada, não distinguimos bem a paisagem. Ela sempre nos surpreende. Desconhecemos aonde nos pode levar o caminho. Não o escolhemos... Perambular é o próprio caminho. Uma narrativa do destino que desenhamos inconscientemente. O que pretendo? Tecer algumas considerações fora da mesmice, e pinçar alguns textos curiosos que despertem a paixão...
Que o fim deste ano não seja apenas um fechar de datas, mas um instante - de silêncio daqueles que a gente olha para dentro e reconhece o que resistiu, o que doeu, o que ainda pulsa.
Que levemos conosco menos certezas rígidas e mais perguntas honestas. Menos pressa. Mais presença.
O novo ano não promete milagres, mas oferece algo ainda mais raro: a chance de recomeçar com lucidez, de escolher as palavras, os afetos, e os silêncios.
Que venha o próximo ciclo - não como fuga, mas como continuação consciente de quem seguimos tantando ser.
Gratidão aos amigos que andam por aqui.
Último dia do ano de 2025.
prof. mario moura